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quinta-feira, 16 de outubro de 2014

MULHERES DO MUNDO


"Eu sou aquela mulher que fez a escalada da montanha da vida,
removendo pedras e plantando flores".
Cora Coralina


"Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta,
não há ninguém que explique e ninguém que não entenda."
Cecília Meireles


"Aos 40 anos, a mulher está longe de ser fria e insensível;
mas ela sabe, quando necessário, cobrir o fogo com as cinzas."
Mary Wortley Montagu

domingo, 25 de março de 2012

Mulheres Xavante de Etenhiritipa


Os A'uwê - Povo guerreiro. Mantém sua história na memória e com a palavra transmitem de geração a geração seus conhecimentos ancestrais. Vieram do lugar onde começa o céu, da raiz do céu, onde o sol nasce.

Somam aproximadamente 13 mil pessoas distribuídas em cerca de 180 aldeias no estado do Mato Grosso, num ambiente de cerrado, no Centro-Oeste do Brasil nas Terras Indígenas Pimentel Barbosa, Areões, Marechal Rondom, Parabubure, Sangradouro, São Marcos e Marãiwasede.

Conecidos por Xavante, os A'uwê Upatabi - Povo Verdadeiro, como se autodenominam, falam a língua A'uwê da família linguística Jê, pertencente ao tronco linguístico Macro-Jê.

Na denominação genérica índios está oculta, na verdade, a rica diversidade cultural que existe no Brasil. São cerca de 220 povos indígenas, aproximadamente 170 línguas faladas, uma população de cerca de 450 mil pessoas. Nosso país pode se dizer o único no mundo, com aproximadamente 50 povos que nunca tiveram contato com a sociedade envolvente.

Cristina Flória


sexta-feira, 19 de março de 2010

Piõ Uptabi - a mulher Xavante





É um olhar para os múltiplos ângulos que compõem uma tradição milenar. É fruto de uma amizade que foi se estreitando entre mim e a comunidade Xavante ao longo dos últimos 20 anos.

A exposição revela as cerimônias rituais, o cotidiano, a beleza da arte indígena, o conhecimento que é mantido há milhares de anos e transmitido de geração a geração até os dias atuais. Contribui para elucidar o que o universo feminino A’uwê, como se autodenominam os Xavante, suscita dentro de nós para uma compreensão do que é ser humano, ser mulher.

Além de ser um acervo patrimonial da comunidade Xavante Etenhiriripa é uma janela para o conhecimento sobre o Outro. A partir do momento em que nos abrimos para o desconhecido, nos deparamos com a diversidade. O respeito vem pelo conhecimento. A sobrevivência de culturas tradicionais milenares possibilita a visão de um mundo plural, onde valores éticos, de prosperidade e de direitos humanos podem ser consolidados.

Texto e Fotografia: Cristina Flória - Todos os direitos reservados

 Onde: Sesc Pinheiros
Rua Paes Leme, 195
Térreo e Sala de oficinas, 2º andar.
Visitação de 10 de março a 04 de abril 2010
Ter a sex, das 10h30 às 21h30 | sab, dom e fer, das 10h30 às 18h30.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Cristina Flória no SESC - Pinheiros

Piõ Uptabi - a mulher Xavante é fruto do meu trabalho junto às mulheres da Aldeia Etenhiriitpa. Essa mostra fotográfica, que compõe o Projeto 1001 Mulheres, estará no Sesc Pinheiros de 10/03 a 04/04 - terça a sexta das 10h30 às 21h30; sábado, domingo e feriados, das 10h30 às 18h30, no térreo e 2o.andar.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Piõ Uptabi - um olhar sobre a mulher indígena



11 de Abril a 03 de Maio


Salão de Artes do Centro Municipal de Educação Adamastor - Guarulhos, SP.




Revela o universo feminino das mulheres A’uwê, como se autodenominam os Xavante. É um olhar entre os múltiplos ângulos de uma tradição milenar.

Mostra a beleza de sua arte, cotidiano, cerimônias rituais, o conhecimento que é mantido há milhares de anos, e transmitido de geração a geração até os dias atuais.

É fruto de uma amizade, e do trabalho fotográfico de Cristina Flória com a comunidade Xavante Etenhititipa ao longo de 17 anos de convivência.

Num mundo de crescentes interações globais, a sobrevivência da diversidade se assegura pela revitalização de culturas tradicionais, o que possibilita a consolidação de valores éticos, de prosperidade e de direitos humanos.



Fotografias, textos, grafismos em pano: Cristina Flória

Durante a exposição será exibido o documentário Piõ Höimanazé - a mulher Xavante em sua Arte, 19 de Abril exibição às 19hs no Cineclube do Centro Adamastor dentro da programação do Ciclo Redescobrindo o Brasil.
Entrada Franca
Av. Monteiro Lobato, 734
Diariamente das 9h às 22h